Quando vem, é esse o gosto:
sangue, corte, solidão.
Quando vem, deixa-me exposto:
travo amargo deste "não".
Quem me dera, bela fera, pudesse eu estar
ausente de mim mesmo, imerso plenamente em ti
Quem me dera... Quem me dera...
terça-feira, fevereiro 07, 2006
segunda-feira, janeiro 02, 2006
sexta-feira, outubro 21, 2005
domingo, fevereiro 20, 2005
quinta-feira, fevereiro 17, 2005
sábado, janeiro 15, 2005
domingo, outubro 31, 2004
Assinar:
Postagens (Atom)