Nao duvido de ti, mas sim da vida
que me leva por tantos descaminhos
e me faz tanta vez estar sozinho
a sentir que vivia sem guarida
Eu duvido da vida, e nao de ti
Posto que ja estou bem calejado
e nas trilhas por onde tenho andado
Muito espinho e pouca flor eu vi
Mas ainda me resta o teu sorriso
E por um breve instante isso basta
Sendo mais, muito mais do que eu preciso
Embalado eu fico na lembrança
da imagem que para ti me arrasta
Miragem de um sonho que realizo
domingo, março 28, 2004
quinta-feira, março 18, 2004
domingo, janeiro 11, 2004
Um amor nao tem que convir
A este, aquele ou aquel'outro
Interesse escuso e estrangeiro
Alheio ao que seja amar
Alheio ao que seja entrega
Avesso ao que seja desejo
Amor que a si mesmo nega
Não ha de escapar ileso
Não ha de se manter aceso
Perdendo o que tem de sublime
Ainda que mais nada rime
Um amor?... nao tem que convir.
A este, aquele ou aquel'outro
Interesse escuso e estrangeiro
Alheio ao que seja amar
Alheio ao que seja entrega
Avesso ao que seja desejo
Amor que a si mesmo nega
Não ha de escapar ileso
Não ha de se manter aceso
Perdendo o que tem de sublime
Ainda que mais nada rime
Um amor?... nao tem que convir.
sábado, setembro 20, 2003
Dirá que a saudade existe
aquele que a sentiu na carne
aquele que a sentiu no peito
dirá que a saudade existe.
Ainda que não se defina
de modo pronto e imediato
quem em vão buscou o dito,
dirá que a saudade existe.
É o que a vida me ensina
que assim exponho aqui, de fato.
Apenas quem na vida insiste
dirá que a saudade existe.
aquele que a sentiu na carne
aquele que a sentiu no peito
dirá que a saudade existe.
Ainda que não se defina
de modo pronto e imediato
quem em vão buscou o dito,
dirá que a saudade existe.
É o que a vida me ensina
que assim exponho aqui, de fato.
Apenas quem na vida insiste
dirá que a saudade existe.
terça-feira, março 11, 2003
domingo, outubro 13, 2002
domingo, outubro 06, 2002
terça-feira, julho 02, 2002
Assinar:
Postagens (Atom)