Vida Virtual

"... nunca escrevi uma vírgula que não fosse uma confissão." - Mário Quintana

Quinta-feira, Setembro 16, 2004

Dorme, anjo meu, dorme
Que a vida lá fora anda triste
Que a vida lá fora anda nua
E teus olhos não são para este mundo

Dorme, anjo meu, dorme
Que a vida la fora inexiste
Que a vida la fora continua
E teu sono se faz já tão profundo

Dorme, anjo meu, dorme
Que te velo daqui, agora e sempre
Guardião do teu sono e teu repouso
E do amor que transcende toda rima

0 Comments:

Postar um comentário

Links to this post:

Criar um link

<< Home